Vendo vodka vendo
vendo vodka smirnoff
- vodka-smirnoff.com
porque não posso doá-la
a água é cara
e benta pela indústria
da vodka
da vodka smirnoff
vodka-sminoff.com
com e para todos que tenham sede
- sede de vodka e fogo
de vodka smirnoff em vodka-smirnoff.com
A vodka é uma panacéia
salva dos males que advirão pelo caminho sem vodka
- sem vodka smirnoff na vodka-smirnoff.com
página em que vendo a vodka smirnoff
na metade dos passos do senhor dos passos
a passos lentos para o Golgota
( o lugar Golgota significa caveira
- caveira de Jesus Cristo )
Vendo a vodka smirnoff erdida sem rota
a vodka smirnoff que se perdeu da garrafa
a vodka-smirnoff.com
que ficou em meio à selva escura de Dante num canto do inferno
cantando as sub ervas dos baixios
Selva eivada de feras
megatérios na oarte do corpo que é cérebro
cuja capacidade de imaginar
excede aos caprichos da natureza
(a natureza é fauno e flora
que no cérebro é Fauno e Flora
deusa e diva correndo nos símbolos
de florestas abstratas
desenhadas na tela encefálica)
Vendo vodka
vendo vodka smirnoff
vendo-a a ver navios no endereço : vodka-smirnoff.com
endereço para a poesia do fogo
porque o tempo está frio
o amor congelou na aldeia
como um pobre frade mendicante de Assis
ou um Tolstói da Rússia gelada de suas obras nascidas na tundra
- Tolstói na Rússia da tundra gelada em suas obras
Vendo vodka amada
vendo vodka smirnoff
vendo e olho vodka smirnoff
vodka-smirnoff.com
vendo-a vendada na garrafa antes que os frades menores
parem o coração num bloco de gelo
sem vodka para aquecer oi amor à vodka
à amada vodka-smirnoff
vodka-smirnoff.com
Vendo vodka amada
amada vodka smirnoff
vodka-smirnoff.com
antes que o trópico de capricórnio
seja riscado do mapa
Amada
vendo vodka
vodka smirnoff no endereço vodka-smirnoff.com
antes que a noiva com flor no vestido
fantasiada de arlequim do amor
e faça da espontaneidade
que marca a paixão do amor
um cadáver de Romeu e Julieta
Vendo vodka
vodka smirnoff no endereço vodka-sminoff.com
antes que fuja o violinista verde
com toda a vegetação
fuga com a mulher amada e o fauno
Ai! antes que o violinista verde fuja com o fauno!
Antes que o violinista celeste
enrole o céu qual um tapete persa
e fuja com todo o gado azul
que pasta de ponta-cabeça
na grama azul do céu
Vendo vodka
vodka smirnoff no endereço vodka-smirnoff.com
antes que o conceito de beleza de Chagall
fuja da vida no cérebro que lê
no cérebro posto no olho que tudo vê
e fique somente nos museus e fundações
Vendo vodka amada
vodka-smirnoff no sítio www.vodka-smirnoff.com
antes que eu fique sem amada
e morra de frio na velhice
sem um gole de vodka amada
que ressuscite o coração
Vendo vodka amada
vodka smirnoff no sítio para ervas : www.vodka-sminorff.com
na aldeia congelada na imaginação de frades da ordem mendicante
antes que fujam os violinistas das obras de Chagall!
e o dia do Senhor rasge o céu e a terra!
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
BOLHA DO AMOR NA VODKA SMIRNOFF
( Bolha amor e vodka vodka smirnoff na bolha do amor a vodka smirnoff na bolha do amor da vodka smirnoff : vodka-smirinoff vodka smirnoff )
Solitários voamos flutuando na bolha que sopramos
- solitários mas sem solilóquios
que muitos são os colóquios do amor
que sopramos dentro da bolha
- a bolha do amor
que nos acolhe e põe vela
no barco ao vento
no bardo barco que vela a estrela
- a estrela de vela padrão na mão em cefeidas de amor
vela aberta à rosa do vento
sob a vela de luz bruxuleante das cefeidas de amor padrão
que segura a vela e vela
iluminando o amor na região da regra negra da noite
negra regra que agrega trevas
trevos em trevas cheirando
- trevas nos trevos despertando o deus do olfato
que regra a negra regra da noite no escuro bruto da treva sobre o trevo
exalando seu odor das raízes da terra às raízes postas ao vento em versos telúricos
no meio caminho de vôo das trevas ao anu-preto
(poesia-a : o amor nasce na bolha da poesia - a poesia é o amor na bolha, poesia em bolha de amor)
Para constituir a bolha
quantos universos em bolhas de amor sopramos
- para constituir o universo-bolha
cuja terra firme ganha contornos
na terra misteriosa e preguiçosa do sonho
onde vivemos oníricos em bolha
na bolha dos oníricos
cujo fio de vida está na bolha de água e sabão
bolha do amor que constitui a vida
- a vida que nos mantém vivos sem vírus na bolha asséptica
que flutua na lua que atua nua na tua concha bivalve
- concha bivalve que ouve o mar
de tanto amar o mar em concha bivalve preso
- preso em concha bivalde do amor
carapaça de areia dura que protege o amor
- molusco bivalve frágil no vidro soprado em bolhas
bolhas de vidro pousadas nas janelas
como uma borboleta presa detrás da vidraça
( A poesia nada na bolha onde o amor à poesia a leva e ao amor em bolha de amor e poesia-a a bolha com amor em bolha de sabão e vidro)
Ah! e nosso amor é tão frágil
- o amor de vidro soprado em bolha de vidro
para vidraça fina na janela da borboleta prisioneira
batendo asas para soprar uma fuga iminente da prisão vítrea
vitral de catedral colorido por Giotto e Fra Angelico
em desenho desmaiado no vitral de Fra Angelico e Giotto
- no vitral onde Fra Angelico e Giotto deixou o ritmo dos dedos
mantendo nossa frágil mariposa do amor presa ao vidro
- ao vidro vítreo vitral amarrado nos desenhos de Giotto e Fra Angelico
pois o amor quer fugir pelas asas da borboleta amarela
que bate as asas no caos e mexe com o planeta
Ai! é nosso - o nosso amor fragilizado dentro da bolha
- um universo desenhado e desdenhado em bolha : universo-bolha
- o amor, o amor é um universo pulha
todo feito de vidro quebradiço
incapaz de suportar um tapa da tempestade enraivecida
- um tapa da tempestade no vidro frágil
que o amor - o amor é o beijo de Klimt
- o amor é o amplexo na poesia de Klimt
( A poesia-a : A poesia na bolha do amor à poesia e ao amor bolha de amor ao amor da bolha que a poesia põe em poesia na bolha do amor em amor-bolha)
O universo-bolha é um universo-concha
na qual nos fechamos bivalves
- bivalves moluscos na concha do universo-concha
moluscos bivalves que somos em conchas bivalves
sendo o universo uma bolha soprada
- soprada na soprada do soprano
que canta soprano
- a soprano canta a cantora na cantata
canta e canta o amor que encanta e imanta a santa
enquanto nos afastamos do mundo
- do mundo imundo que nos atira pedras
afastamo-nos num mundo-bolha que o amor soprou
e fez chão com relva para nós deitarmos e rolarmos
- nós e as ervas em relva
acariciados pela brisa que toca a bolha envolta em concha bivalve
- a brisa que bate um ritmo no pára-brisa do violinista azul
que sopra outra bolha
- uma bolha de sabão saída do violino soprano
que toca suavemente o amor com bolha no coração
- nosso amor soprado soprano em bolha
pelo violino em bolha do violinista verde
o violinista verde
- verde erva do amor
verde amor de erva
que forra o chão em derrame de vida verde
- verde, verde de ver-te com verdes olhos no vazio
com órbitas verdes olhando das beldroegas arraigada ao solo calcário
- seus olhos verdes perdidos pelas ervas daninhas e boninas ao rés-do-chão
esparsos no verde de ver-te no que verte neles
que é o ver-te com olhos verdes de ervas na erva daninha
que não dana o solo
mas é dona dona da terra e do céu de anil a anum
BOLHA DE AMOR À POESIA
poesia pelo avesso : a erva daninha que não dana o solo- a erva daninha não dana o solo : a erva daninha é dona do solo em bolha de amor - bolha de amor e poesia.
A erva verde de teus olhos é dona da terra - dona da terra de anil a anum - de anil a anum a erva verde de teus olhos é dona da terra : a erva verde dos olhos teus. E o amor - o amor é o beijo de Klimt - é o amplexo na poesia de Klimt . ( Poesia-a : a poesia à bolha vai com o amor à bordo de poesia e da bolha de poesia e amor).
Olhos verdes esparsos no verde de ver-te, verdes olhos esparsos no verde de ver-te, olhos verdes esparsos nas ervas, olhos verdes esparso pelas ervas no chão - ao rés-do-chão.No vazio os olhos sem orifícios, perdidos, perdidos pelas ervas daninhas, no vazio dos orifícios, nas ervas daninhas e boninas, ervas boninas: com órbitas verdes olhando das beldroegas - das beldroegas olhando em órbitas verdes, que forram forrageiras o chão, o chão das forrageiras, forrageiras que forram o chão em derrame de vida, derrame de vida em ervas, ervas verdes na beldroega, a simples beldroega em solo, solo calcário - solo calcário das beldroegas, verdes bobas - bobas verdes as beldroegas.( A poesia-a : amor na bolha da poesia - na bolha da poesia vai o amor em poesia e bolha de amor )
Nosso amor soprado soprano soprana em bolha , na bolha do coração nosso amor soprano soprado pela soprana sem coração em bolha sem rolha - pobre bolha sem rolha! Amor soprado e tocado pelo violinista verde, tocado e soprado violinista verde com o violino do violinista em verde erva do amor : a verde erva do amor no violino do violinista verde. A soprana canta soprano na canta, canta soprano a soprano na cantata que canta por si, em si bemol maior sem a soprano tola e vaidosa.Ah! vaidosa! ( poesia-a : na bolha da poesia nasce o amor - o amor nasce na bolha da poesia que enceraa a poesia e o amor em bolha de vidro).
Uma bolha de sabão saída do violino soprano - bolha de sabão do violino soprano que desce na chuva azul do violinista azul molhado de chuva azul celeste o violinista azul celeste, a chuva que curva a turva chuva : a chuva turva em curva de corvo, corvo de céu curvo ao turvo.
( A poesia-a : Amor, poesia e bolha - o amor na bolha da poesia : a poesia a bordo da bolha do amor e o amor que é poesia à poesia na bolha ao vento )
Acariciados pela brisa na bolha do amor, a bolha do amor na brisa envolta em concha bivalve - a concha bivalve envolta na concha do amor, a concha que o amor faz para se proteger em molusco, que o amor é molusco frágil, frágil vidro soprado em bolha de vidro - bolha de vidro que a tempestade esbofeteia sem piedade : sem piedade a tempestade esbofeteia o vidro, o vidro soprado em bolha de vidro, que o universo-bolha é universo-concha, universo concha na bolha de sabão do amor e universo-bolha na bolha de vidro do amor molusco - frágil amor molusco bivalve, em concha bivalve do amor de molusco que temos. Ai! que o amor é um universo pulha, universo pulha na tempestade furiosa que bate no vidro da bate - a tempestade furiosa que bate na bolha de vidro, que dá um tapa no vidro, a tempestade que com um tapa quebra o vidro que tapa a bolha então desfeita . Oh! universo pulha desfeita a bolha do amor, que o amor sem bolha é universo pulha, que pega vírus e morre - pega vírus e morre o amor sem bolha que o separe do universo fora da bolha : é pulha o universo do amor sem bolha : o amor é pulha.O amor é um universo desenhado e desdenhado, universo desenhado e desdenhado - o amor.( Poesia-a : o amor na bolha - na bolha da poesia o amor, amor na bolha, na bolha da poesia, na poesia do amor a bolha - no maro a poesia que é a bolha do amor e o amor )
O amor nasce com a poesia, nasce com a poesia o amor, que o amor é amplexo na
poesia de Klimt : o amor é o beijo de Klimt - o beijo na poesia plástica de Klimt. O amor quer fugir, pelas asas, pelas asas da mariposa amarela o amor quer fugir - o amor quer fugir nas asas da mariposa, por isso o amor foi amarrado nos desenhos, o amor foi amarrado nos desenho de Giotto e Fra Angelico, nos desenhos de Giotto e Fra Angelico foi amarrado o amor para não fugir voando nas asas da borboleta que bate o caos - com uma batida de asa espanta o caos, o deus Caos e a teoria do Caos. No vitral da catedral os dedos, Giotto e Fra Angelico deixaram os dedos nos vitral da catedral, no vitral da catedral os dedos de Fra Angelico e Giotto disseram o amor, disseram e deixaram amarrados no desenho o eterno amor - amarrados os enamorados em eterno amor, que nunca é eterno.O ritmo dos dedos de Giotto e Fra Angelico, Giotto e Fra Angelico prenderam o amor ao ritmo dos dedos no desenho e pintura que deixou o amor em prisão vítrea : a vítrea prisão do amor na bolha de vidro - o amor soprado em bolha de vidro; em bolha de vidro foi soprado o amor, que deu vida à bolha de vidro. A bolha de vidro é a prisão vítrea da mariposa, sendo o amor a mariposa na prisão da bolha de vítrea, a mariposa prisioneira, a mariposa feito prisioneira na bolha vítrea. O amor de vidro soprado de vidro na bolha, vidro em bolha que pousa na janela feito borboleta e acaba borboleta presa na vidraça, presa a borboleta atrás da vidraça.Borboleta são bolhas de vidro, bolhas de vidro pousadas na janela e o vidro da janela, bem como o amor em bolha de vidro é uma borboleta pousada na janela. (A poesia-a : a poesia, o amor,a bolha - poesia, amor e bolha se entrelaçam e fazem o amor nascer na bolha da poesia )
De tanto amar o mar em concha bivalve, amar o mar preso em concha bivalve para o ouvido, concha bivalve de amor, de amor bivalve concha que ouve o mar, de tanto amar o mar no mar que ouve. O amor é molusco bivalve , frágil molusco bivalve em cocha e bolha, na bolha e concha do amor, na concha e bolha de sabão que vela o amor, na vela padrão da estrela, na vela padrão da estrela cefeida, vela da variante cefeida que luz a luz da vela variante no vento, vento - variantes cefeidas: tempo, tempo-luz - cefeida de tempo ano luz de viagem, viagem pela luz no tempo. na bolha asséptica onde a lua flutua, nua na bolha asséptica a lua flutua nua. Na bolha asséptica, quanto universos de amor sopramos, quantos universo de amor em bolha sopramos, sopramos em bolhas de sabão e vidro, bolhas no sabão e vidro. No universo oníricos, oníricos na terra do sonho, no universo em terra do sonho, oníricos nos olvidamos, nos olvidamos oníricos (poesia-a : amor na bolha da poesia é amor da poesia na bolha de amor e poesia é a bolha que protege o amor - poesia-a : amor, poesia e bolha de sabão e vidro )
No meio caminho das trevas ao anum, no caminho das trevas ao anum, o anu-preto, na regra negra da noite o anu-preto impera, o anu-preto é o impera nas trevas, imperador das treva : o anu-preto vela as trevas e desvela a cefeida que vela, vela padrão de cefeida, variante vela. No bardo barco que vela a estrela a vela vela o bardo no barco da estrela variante em cefeida - variante cefeida. Vela, uma vela aberta à rosa do vento,à rosa do vento.Sob a luz bruxuleante, sub luz bruxa bruxuleante de amor padrão, bruxa de amor padrão, cefeida a cefeida de amor padrão na vela padrão que vai a bruxa do amor padrão. A cefeida segura a vela e vela, segura a vela e vela a cefeida, iluminando o amor - o amor na negra regra da noite, o amor na região da negra regra da noite, na região da negra regra que agrega trevas e trevos, trevos que agrega pelo odor nas trevas, odor que põe olhos nas trevos, que trevos têm olhos nas trevas, olhos no odor, odor de trevos na trevas que cheiram à noite - trevos que cheiram as trevas da noite. Trevos exalando olor, despertam deus olfato as trevas exalando olor nas trevas, despertam o deus olfato - o deus do olor nas trevas são olhos : olhos são o deus do olor nas trevas, o deus olfato, o olfato da ciência e dos sentidos ou dos sentidos à ciência do olfato, oftalmologista à vista dos olhos. Do nariz é ottorinolaringologista - otoorinolatingologista e não oftalmologista, que está de olho na vista onde avista dinheiro(a-poesia-a : Amor na bolha da poesia - o vento toca a bolha da poesia que protege o amor na bolha da poesia : o amor.)
Solitários vamos flutuando, flutuando solitários pela bolha do amor, na bolha do aor que sopramos vamos solitários flutuando, flutuando em solilóquios e colóquios, em solilóquios e colóquios, que o amor também tem solilóquios, mas muitos são os colóquios do amor.
Solitários voamos flutuando na bolha que sopramos
- solitários mas sem solilóquios
que muitos são os colóquios do amor
que sopramos dentro da bolha
- a bolha do amor
que nos acolhe e põe vela
no barco ao vento
no bardo barco que vela a estrela
- a estrela de vela padrão na mão em cefeidas de amor
vela aberta à rosa do vento
sob a vela de luz bruxuleante das cefeidas de amor padrão
que segura a vela e vela
iluminando o amor na região da regra negra da noite
negra regra que agrega trevas
trevos em trevas cheirando
- trevas nos trevos despertando o deus do olfato
que regra a negra regra da noite no escuro bruto da treva sobre o trevo
exalando seu odor das raízes da terra às raízes postas ao vento em versos telúricos
no meio caminho de vôo das trevas ao anu-preto
(poesia-a : o amor nasce na bolha da poesia - a poesia é o amor na bolha, poesia em bolha de amor)
Para constituir a bolha
quantos universos em bolhas de amor sopramos
- para constituir o universo-bolha
cuja terra firme ganha contornos
na terra misteriosa e preguiçosa do sonho
onde vivemos oníricos em bolha
na bolha dos oníricos
cujo fio de vida está na bolha de água e sabão
bolha do amor que constitui a vida
- a vida que nos mantém vivos sem vírus na bolha asséptica
que flutua na lua que atua nua na tua concha bivalve
- concha bivalve que ouve o mar
de tanto amar o mar em concha bivalve preso
- preso em concha bivalde do amor
carapaça de areia dura que protege o amor
- molusco bivalve frágil no vidro soprado em bolhas
bolhas de vidro pousadas nas janelas
como uma borboleta presa detrás da vidraça
( A poesia nada na bolha onde o amor à poesia a leva e ao amor em bolha de amor e poesia-a a bolha com amor em bolha de sabão e vidro)
Ah! e nosso amor é tão frágil
- o amor de vidro soprado em bolha de vidro
para vidraça fina na janela da borboleta prisioneira
batendo asas para soprar uma fuga iminente da prisão vítrea
vitral de catedral colorido por Giotto e Fra Angelico
em desenho desmaiado no vitral de Fra Angelico e Giotto
- no vitral onde Fra Angelico e Giotto deixou o ritmo dos dedos
mantendo nossa frágil mariposa do amor presa ao vidro
- ao vidro vítreo vitral amarrado nos desenhos de Giotto e Fra Angelico
pois o amor quer fugir pelas asas da borboleta amarela
que bate as asas no caos e mexe com o planeta
Ai! é nosso - o nosso amor fragilizado dentro da bolha
- um universo desenhado e desdenhado em bolha : universo-bolha
- o amor, o amor é um universo pulha
todo feito de vidro quebradiço
incapaz de suportar um tapa da tempestade enraivecida
- um tapa da tempestade no vidro frágil
que o amor - o amor é o beijo de Klimt
- o amor é o amplexo na poesia de Klimt
( A poesia-a : A poesia na bolha do amor à poesia e ao amor bolha de amor ao amor da bolha que a poesia põe em poesia na bolha do amor em amor-bolha)
O universo-bolha é um universo-concha
na qual nos fechamos bivalves
- bivalves moluscos na concha do universo-concha
moluscos bivalves que somos em conchas bivalves
sendo o universo uma bolha soprada
- soprada na soprada do soprano
que canta soprano
- a soprano canta a cantora na cantata
canta e canta o amor que encanta e imanta a santa
enquanto nos afastamos do mundo
- do mundo imundo que nos atira pedras
afastamo-nos num mundo-bolha que o amor soprou
e fez chão com relva para nós deitarmos e rolarmos
- nós e as ervas em relva
acariciados pela brisa que toca a bolha envolta em concha bivalve
- a brisa que bate um ritmo no pára-brisa do violinista azul
que sopra outra bolha
- uma bolha de sabão saída do violino soprano
que toca suavemente o amor com bolha no coração
- nosso amor soprado soprano em bolha
pelo violino em bolha do violinista verde
o violinista verde
- verde erva do amor
verde amor de erva
que forra o chão em derrame de vida verde
- verde, verde de ver-te com verdes olhos no vazio
com órbitas verdes olhando das beldroegas arraigada ao solo calcário
- seus olhos verdes perdidos pelas ervas daninhas e boninas ao rés-do-chão
esparsos no verde de ver-te no que verte neles
que é o ver-te com olhos verdes de ervas na erva daninha
que não dana o solo
mas é dona dona da terra e do céu de anil a anum
BOLHA DE AMOR À POESIA
poesia pelo avesso : a erva daninha que não dana o solo- a erva daninha não dana o solo : a erva daninha é dona do solo em bolha de amor - bolha de amor e poesia.
A erva verde de teus olhos é dona da terra - dona da terra de anil a anum - de anil a anum a erva verde de teus olhos é dona da terra : a erva verde dos olhos teus. E o amor - o amor é o beijo de Klimt - é o amplexo na poesia de Klimt . ( Poesia-a : a poesia à bolha vai com o amor à bordo de poesia e da bolha de poesia e amor).
Olhos verdes esparsos no verde de ver-te, verdes olhos esparsos no verde de ver-te, olhos verdes esparsos nas ervas, olhos verdes esparso pelas ervas no chão - ao rés-do-chão.No vazio os olhos sem orifícios, perdidos, perdidos pelas ervas daninhas, no vazio dos orifícios, nas ervas daninhas e boninas, ervas boninas: com órbitas verdes olhando das beldroegas - das beldroegas olhando em órbitas verdes, que forram forrageiras o chão, o chão das forrageiras, forrageiras que forram o chão em derrame de vida, derrame de vida em ervas, ervas verdes na beldroega, a simples beldroega em solo, solo calcário - solo calcário das beldroegas, verdes bobas - bobas verdes as beldroegas.( A poesia-a : amor na bolha da poesia - na bolha da poesia vai o amor em poesia e bolha de amor )
Nosso amor soprado soprano soprana em bolha , na bolha do coração nosso amor soprano soprado pela soprana sem coração em bolha sem rolha - pobre bolha sem rolha! Amor soprado e tocado pelo violinista verde, tocado e soprado violinista verde com o violino do violinista em verde erva do amor : a verde erva do amor no violino do violinista verde. A soprana canta soprano na canta, canta soprano a soprano na cantata que canta por si, em si bemol maior sem a soprano tola e vaidosa.Ah! vaidosa! ( poesia-a : na bolha da poesia nasce o amor - o amor nasce na bolha da poesia que enceraa a poesia e o amor em bolha de vidro).
Uma bolha de sabão saída do violino soprano - bolha de sabão do violino soprano que desce na chuva azul do violinista azul molhado de chuva azul celeste o violinista azul celeste, a chuva que curva a turva chuva : a chuva turva em curva de corvo, corvo de céu curvo ao turvo.
( A poesia-a : Amor, poesia e bolha - o amor na bolha da poesia : a poesia a bordo da bolha do amor e o amor que é poesia à poesia na bolha ao vento )
Acariciados pela brisa na bolha do amor, a bolha do amor na brisa envolta em concha bivalve - a concha bivalve envolta na concha do amor, a concha que o amor faz para se proteger em molusco, que o amor é molusco frágil, frágil vidro soprado em bolha de vidro - bolha de vidro que a tempestade esbofeteia sem piedade : sem piedade a tempestade esbofeteia o vidro, o vidro soprado em bolha de vidro, que o universo-bolha é universo-concha, universo concha na bolha de sabão do amor e universo-bolha na bolha de vidro do amor molusco - frágil amor molusco bivalve, em concha bivalve do amor de molusco que temos. Ai! que o amor é um universo pulha, universo pulha na tempestade furiosa que bate no vidro da bate - a tempestade furiosa que bate na bolha de vidro, que dá um tapa no vidro, a tempestade que com um tapa quebra o vidro que tapa a bolha então desfeita . Oh! universo pulha desfeita a bolha do amor, que o amor sem bolha é universo pulha, que pega vírus e morre - pega vírus e morre o amor sem bolha que o separe do universo fora da bolha : é pulha o universo do amor sem bolha : o amor é pulha.O amor é um universo desenhado e desdenhado, universo desenhado e desdenhado - o amor.( Poesia-a : o amor na bolha - na bolha da poesia o amor, amor na bolha, na bolha da poesia, na poesia do amor a bolha - no maro a poesia que é a bolha do amor e o amor )
O amor nasce com a poesia, nasce com a poesia o amor, que o amor é amplexo na
poesia de Klimt : o amor é o beijo de Klimt - o beijo na poesia plástica de Klimt. O amor quer fugir, pelas asas, pelas asas da mariposa amarela o amor quer fugir - o amor quer fugir nas asas da mariposa, por isso o amor foi amarrado nos desenhos, o amor foi amarrado nos desenho de Giotto e Fra Angelico, nos desenhos de Giotto e Fra Angelico foi amarrado o amor para não fugir voando nas asas da borboleta que bate o caos - com uma batida de asa espanta o caos, o deus Caos e a teoria do Caos. No vitral da catedral os dedos, Giotto e Fra Angelico deixaram os dedos nos vitral da catedral, no vitral da catedral os dedos de Fra Angelico e Giotto disseram o amor, disseram e deixaram amarrados no desenho o eterno amor - amarrados os enamorados em eterno amor, que nunca é eterno.O ritmo dos dedos de Giotto e Fra Angelico, Giotto e Fra Angelico prenderam o amor ao ritmo dos dedos no desenho e pintura que deixou o amor em prisão vítrea : a vítrea prisão do amor na bolha de vidro - o amor soprado em bolha de vidro; em bolha de vidro foi soprado o amor, que deu vida à bolha de vidro. A bolha de vidro é a prisão vítrea da mariposa, sendo o amor a mariposa na prisão da bolha de vítrea, a mariposa prisioneira, a mariposa feito prisioneira na bolha vítrea. O amor de vidro soprado de vidro na bolha, vidro em bolha que pousa na janela feito borboleta e acaba borboleta presa na vidraça, presa a borboleta atrás da vidraça.Borboleta são bolhas de vidro, bolhas de vidro pousadas na janela e o vidro da janela, bem como o amor em bolha de vidro é uma borboleta pousada na janela. (A poesia-a : a poesia, o amor,a bolha - poesia, amor e bolha se entrelaçam e fazem o amor nascer na bolha da poesia )
De tanto amar o mar em concha bivalve, amar o mar preso em concha bivalve para o ouvido, concha bivalve de amor, de amor bivalve concha que ouve o mar, de tanto amar o mar no mar que ouve. O amor é molusco bivalve , frágil molusco bivalve em cocha e bolha, na bolha e concha do amor, na concha e bolha de sabão que vela o amor, na vela padrão da estrela, na vela padrão da estrela cefeida, vela da variante cefeida que luz a luz da vela variante no vento, vento - variantes cefeidas: tempo, tempo-luz - cefeida de tempo ano luz de viagem, viagem pela luz no tempo. na bolha asséptica onde a lua flutua, nua na bolha asséptica a lua flutua nua. Na bolha asséptica, quanto universos de amor sopramos, quantos universo de amor em bolha sopramos, sopramos em bolhas de sabão e vidro, bolhas no sabão e vidro. No universo oníricos, oníricos na terra do sonho, no universo em terra do sonho, oníricos nos olvidamos, nos olvidamos oníricos (poesia-a : amor na bolha da poesia é amor da poesia na bolha de amor e poesia é a bolha que protege o amor - poesia-a : amor, poesia e bolha de sabão e vidro )
No meio caminho das trevas ao anum, no caminho das trevas ao anum, o anu-preto, na regra negra da noite o anu-preto impera, o anu-preto é o impera nas trevas, imperador das treva : o anu-preto vela as trevas e desvela a cefeida que vela, vela padrão de cefeida, variante vela. No bardo barco que vela a estrela a vela vela o bardo no barco da estrela variante em cefeida - variante cefeida. Vela, uma vela aberta à rosa do vento,à rosa do vento.Sob a luz bruxuleante, sub luz bruxa bruxuleante de amor padrão, bruxa de amor padrão, cefeida a cefeida de amor padrão na vela padrão que vai a bruxa do amor padrão. A cefeida segura a vela e vela, segura a vela e vela a cefeida, iluminando o amor - o amor na negra regra da noite, o amor na região da negra regra da noite, na região da negra regra que agrega trevas e trevos, trevos que agrega pelo odor nas trevas, odor que põe olhos nas trevos, que trevos têm olhos nas trevas, olhos no odor, odor de trevos na trevas que cheiram à noite - trevos que cheiram as trevas da noite. Trevos exalando olor, despertam deus olfato as trevas exalando olor nas trevas, despertam o deus olfato - o deus do olor nas trevas são olhos : olhos são o deus do olor nas trevas, o deus olfato, o olfato da ciência e dos sentidos ou dos sentidos à ciência do olfato, oftalmologista à vista dos olhos. Do nariz é ottorinolaringologista - otoorinolatingologista e não oftalmologista, que está de olho na vista onde avista dinheiro(a-poesia-a : Amor na bolha da poesia - o vento toca a bolha da poesia que protege o amor na bolha da poesia : o amor.)
Solitários vamos flutuando, flutuando solitários pela bolha do amor, na bolha do aor que sopramos vamos solitários flutuando, flutuando em solilóquios e colóquios, em solilóquios e colóquios, que o amor também tem solilóquios, mas muitos são os colóquios do amor.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
SOLIDÃO ABSOLUTA
Passarinho passarinho /
vinha no vinho a caminho /
vinho em vinha com gavinha /
no linho Minho e Douro doutro /

Vinha vinho /
sozinho sem ninho passarinho /
pelo caminho vinha vinho em mim /
eremita sem ninho /

Passarinho sem ninho /
aninho no Minho vinho /
Minha vinha é Minho ninho /
ninho mesquinho no vinho de vinha /
- pergaminho de ninho /

Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
que nem creio que exista outro ser humano vivo plantado com raiz na terra /
nem neste mundo de onde vinha /
ao vinho do vizinho /
nem no mundo vizinho /
o universo-bolha dos físicos loucos /
poucos loucos roucos moucos soltos /
- soltos léguas a pé de mim /
alqueires a pé de goiabeira mangueira laranjeira sabiá-laranjeira /
cajueiro abacateiro coqueiro vespeiro /
pé a pé até o sopé do pé de pequi /
pé ante pé ao pé do pequizeiro /
Monge - lanço o grito de Munch longe léguas de terras /
alqueires infindos de terras sem cabeças de ervas erguidas do solo /
a uma distância dos outros ermitões /
mensurada em velas padrão /
pelo padrão de velas de cefeidas /
Sou só na terra - monge sem fé no Salvador Dali /
incréu em um universo paralelo lelo alelo belo anelo velo de ouro /
ou vida paralela lela Alela bela vela padrão /
no cão na constelação do Dragão /
e do Cão Maior ao Menor /
( Não estou só /
porque canta a aurora iluminada às cegas nas aves canoras /
Não estou só - sou só! /
solitário e único na terra imensa para um só - monge ) / Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
não tenho caminho /
vinho vinha vizinha /

Vinha vindo - e bem-te-vindo bem-te-vi bem-ti-vi /
Vinho eu bem-te-ver bem-te-vinho /
Bem-te-vendo bem-te-vi bem-te-vinha /
Que eu bem-te-veja como bem-te-vi bem-ti-vi /

Sou tão sozinho passarinho /
me dê um canto no teu ninho /

Quero-quero que quero Quero-quero /
um cantinho no teu ninho /
terém-terém teque-teque /
teque-teque terém-terém /

Teque-teque teque-teque /
teque-teque que te teque-teque /
terém-terém terém-terem /
- Terém-terem te terém-terém /

Sou tão sozinho passarinho /
que quando morrer bem velhinho /
ficarei flertando eternamente com a lua /
Aleluia /

Passarinho passarinho /
passarão meus olhos /
porém não meu olhar - para a lua /

REFERÊNCIAS : IMAGEM DA LUA CHEIA : PLENILÚNIO - LUA CHEIA : PLENILÚNIO, LUNA, LUNA, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, BRITÂNICA, ENCILOPÉDIA, BRITÂNICA, TERÉM-TERÉM, BEM-TE-VI, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, TERÉM-TERÉM, QUERO-QUERO, TUCANO, QUERO-QUERO, TUCANO, LUA, NOVA, LUA, CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, LUA CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, FASES DA LUA, FASES DA LUA, PASSARINHO, PASSARÃO, PASSARINHO, PASSARÃO, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHOS, VELHINHO, MORRER, OLHOS, VELHINHO, MORRER, CANTO, CANTINHO, NINHO, CAMINHO, CANTO, NINHO, SOZINHO, CAMIMHO, VIZINHA, VINHA, VINHO, VIZINHA, VINHO, VINHA, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, CÃO MAIRO, CAO MENOR, CONSTELAÇÃO, CÃO MAIOR, CÃO MENOR, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, OBRAS : O GRANDE MASTURBADOR, SALVADOR DALI, OBRAS: O GRANDE MASTURBADOR, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, OBRA: O GRITO, MUNCH, OBRA: O GRITO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, UNIVERSO PARALEO, AVES CANORAS, UNIVERSO PARALELO, AVES CANORAS, ROUXINOL, SABIÁ, ROUXINOL, SABIÁ, BELO, ANELO, ALELA DIANE, BELO, ANELO, ALELA DIANE, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, ALQUEIRES, LÉGUAS, INFINDOS, TERRAS, ERVAS, ALQUEIERS, INFINDOS, TERRAS, LÉGUAS, ERVAS, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLA, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLHA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, VESPEIRO, ABACATEIRO, CAJUEIRO, VESPEIRO, CAJUEIRO, ABACATEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, SABIÁ-LARANJEIRA, SABIÁ-LARANJEIRA, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO E DOURO, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO, DOURO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, PLANTADO, MUNDO, PLANTADO, MUNDO,VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, VODKA, OTTO BAYER, OTTO DIX, OTTO BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, MOTOR OTTO, GRIEBEL, GRIBEL, DIX, OTTO GRIBEL, DIX, MIULLER, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, MULLER, OTTO CARPEAUX, MULLER, CARPEAUX, OTTO MOTOR OTTO, MULLER.
vinha no vinho a caminho /
vinho em vinha com gavinha /
no linho Minho e Douro doutro /
Vinha vinho /
sozinho sem ninho passarinho /
pelo caminho vinha vinho em mim /
eremita sem ninho /
Passarinho sem ninho /
aninho no Minho vinho /
Minha vinha é Minho ninho /
ninho mesquinho no vinho de vinha /
- pergaminho de ninho /
Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
que nem creio que exista outro ser humano vivo plantado com raiz na terra /
nem neste mundo de onde vinha /
ao vinho do vizinho /
nem no mundo vizinho /
o universo-bolha dos físicos loucos /
poucos loucos roucos moucos soltos /
- soltos léguas a pé de mim /
alqueires a pé de goiabeira mangueira laranjeira sabiá-laranjeira /
cajueiro abacateiro coqueiro vespeiro /
pé a pé até o sopé do pé de pequi /
pé ante pé ao pé do pequizeiro /

Monge - lanço o grito de Munch longe léguas de terras /
alqueires infindos de terras sem cabeças de ervas erguidas do solo /
a uma distância dos outros ermitões /
mensurada em velas padrão /
pelo padrão de velas de cefeidas /

Sou só na terra - monge sem fé no Salvador Dali /
incréu em um universo paralelo lelo alelo belo anelo velo de ouro /
ou vida paralela lela Alela bela vela padrão /
no cão na constelação do Dragão /
e do Cão Maior ao Menor /
( Não estou só /
porque canta a aurora iluminada às cegas nas aves canoras /
Não estou só - sou só! /
solitário e único na terra imensa para um só - monge ) / Passarinho passarinho /
sou tão sozinho /
não tenho caminho /
vinho vinha vizinha /
Vinha vindo - e bem-te-vindo bem-te-vi bem-ti-vi /
Vinho eu bem-te-ver bem-te-vinho /
Bem-te-vendo bem-te-vi bem-te-vinha /
Que eu bem-te-veja como bem-te-vi bem-ti-vi /
Sou tão sozinho passarinho /
me dê um canto no teu ninho /
Quero-quero que quero Quero-quero /
um cantinho no teu ninho /
terém-terém teque-teque /
teque-teque terém-terém /

Teque-teque teque-teque /
teque-teque que te teque-teque /
terém-terém terém-terem /
- Terém-terem te terém-terém /
Sou tão sozinho passarinho /
que quando morrer bem velhinho /
ficarei flertando eternamente com a lua /
Aleluia /
Passarinho passarinho /
passarão meus olhos /
porém não meu olhar - para a lua /

REFERÊNCIAS : IMAGEM DA LUA CHEIA : PLENILÚNIO - LUA CHEIA : PLENILÚNIO, LUNA, LUNA, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA, DESCICLOPÉDIA, BRITÂNICA, ENCILOPÉDIA, BRITÂNICA, TERÉM-TERÉM, BEM-TE-VI, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, BEM-TE-VI, TEQUE-TEQUE, TERÉM-TERÉM, QUERO-QUERO, TUCANO, QUERO-QUERO, TUCANO, LUA, NOVA, LUA, CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, LUA CHEIA, PLENILÚNIO, LUA NOVA, NOVILÚNIO, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, QUARTO CRESCENTE, QUARTO MINGUANTE, FASES DA LUA, FASES DA LUA, PASSARINHO, PASSARÃO, PASSARINHO, PASSARÃO, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHAR, FLERTANDO, ALELUIA, OLHOS, VELHINHO, MORRER, OLHOS, VELHINHO, MORRER, CANTO, CANTINHO, NINHO, CAMINHO, CANTO, NINHO, SOZINHO, CAMIMHO, VIZINHA, VINHA, VINHO, VIZINHA, VINHO, VINHA, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, MONGE, CONSTELAÇÃO DO DRAGÃO, CÃO MAIRO, CAO MENOR, CONSTELAÇÃO, CÃO MAIOR, CÃO MENOR, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, PINTOR EPANHOL, BIOGRAFIA, SALVADOR DALI, OBRAS : O GRANDE MASTURBADOR, SALVADOR DALI, OBRAS: O GRANDE MASTURBADOR, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, PINTOR, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, MUNCH, OBRA: O GRITO, MUNCH, OBRA: O GRITO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, SOLITÁRIO, INCRÉU, ALELO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, VELO DE OURO, VELA PADRÃO, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, CEFEIDAS, SOZINHO, SÓ, UNIVERSO PARALEO, AVES CANORAS, UNIVERSO PARALELO, AVES CANORAS, ROUXINOL, SABIÁ, ROUXINOL, SABIÁ, BELO, ANELO, ALELA DIANE, BELO, ANELO, ALELA DIANE, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, MENSURADA, MENSURAR, DISTÂNCIA, ALQUEIRES, LÉGUAS, INFINDOS, TERRAS, ERVAS, ALQUEIERS, INFINDOS, TERRAS, LÉGUAS, ERVAS, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, IMENSAS, AURORA ILUMINADA, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, CEGAS, ERMITÕES, EREMITA, SOLO, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, POUCOS, LOUCOS, ROUCOS, MOUCOS, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLA, FÍSICOS, UNIVERSO-BOLHA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, GOIABEIRA, LARANJEIRA, MANGUEIRA, VESPEIRO, ABACATEIRO, CAJUEIRO, VESPEIRO, CAJUEIRO, ABACATEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, CABEÇAS, VIZINHO, COQUEIRO, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, PEQUI, PEQUIZEIRO, SOPÉ, PÉ DE PEQUI, SABIÁ-LARANJEIRA, SABIÁ-LARANJEIRA, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO E DOURO, HUMANO, RAIZ, TERRA, MINHO, DOURO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, GAVINHA, PERGAMINHO, MESQUINHO, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, LINHO, ALINHO, ONDE, VIVO, ATÉ, PLANTADO, MUNDO, PLANTADO, MUNDO,VODKA SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA ORLOFF, SMIRNOFF, VODKA SMIRNOFF, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, BAIKAL, VODKA ABSOLUTA, VODKA, OTTO BAYER, OTTO DIX, OTTO BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, BAYER, DIX, GRIEBEL, OTTO MOTOR, MOTOR OTTO, GRIEBEL, GRIBEL, DIX, OTTO GRIBEL, DIX, MIULLER, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, OTTO MULLER, GRIBEL, GRIEBEL, MULLER, OTTO CARPEAUX, MULLER, CARPEAUX, OTTO MOTOR OTTO, MULLER.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
NATAL DE JESUS CRISTO EM NÓS
I
Uma história está conexa com várias histórias estórias vitórias glórias e "passifloras" /
é um conglomerado de galáxias em signos com versos imersos em universos inversos /
uma enxameação de abelhas atarefadas ocupadas /
na busca de uma colmeia para a rainha da paz /
que também convoca a guerra no ferrão da abelha operária /
e a paz desenhada no paladar do mel mais precioso que o ouro e as gemas /
porque o mel é um dos sete espíritos da vida /
uma das três almas que a natureza prodigaliza /
enquanto houver vegetal e sol e rol de insetos rodando por flor em flor que for /
e os bichos todos atenderem à convocação de coração na vocação das águas da chuva /
pois as águas da chuva é a voz do profeta que clama pelas ervas no deserto /
e faz o levante do sol girar ao contrário no levante das cabeças das ervas da terra /
como se fora um sol oriundo dos subterrâneos /
onde silencio corre e nada no ato do peixe um aquífero de longo curso capitão /
ali abaixo das areias onde antes havia um deserto seco e árido ávido do elixir da vida /
que vem nas asas das águas da chuva com sua flexibilidade rebelde /
que água é ente insurreto e faz revolução e evoluções hidratadas /
levando a giros em espirais que rodam em redemoinhos /
ocasionados pelo vigoroso batismo anual do profeta João Batista /
- o João-de-barro suscitado às dunas de areias do deserto sequioso de água /

chamado à hora do riacho para o batismo sincrético da vida pululando da Bíblia ao Corão /
dos sinais hebraicos aramaicos gregos aos signos árabes na beleza em arabesco /
- São João Batista escreveu com os pés em signos arábicos hebraicos aramaicos /
pisou a serpente em versos no grego da Septuaginta /
e o latim da Vulgata /

e enfim a beleza do maior escrito em canto silente no Alcorão /
São João Batista foi o maior dos profetas - andarilho em signos /
Esse profeta cujo trânsito na vida ficou registrado como pés na areia /
rastos indeléveis de alguém que não passa impunemente pela areia que escreve e desenha /
do profeta que andou sobre os signos do Tanakh e do Alcorão /
atravessando regiões e religiões sob as línguas de fogo que registraram seus pés /
na longa praia da fama impressa na areia da Nebulosa Relógio de Areia suspensa no céu /
e as brancas poeiras ou o pó de cor ambígua à mixórdia do solo para ervas em violinos /
- o profeta que ofuscou constelações a caminho mas viveu simples e ao rés-do-chão /
renovando o renôvo da vida ao aspergir a água que desce em bênção de sua mão /
sobre as cabeças coroadas com flores na resposta das ervas emergindo do fundo da terra /
tal qual o ovo saindo do ouro líquido de vida do ovo de onde sai o pintainho e passarinho /
e a criança saindo da madre para a luz na história de Jesus e Maomé e Moisés /
-que viver é sempre um ato de Deus/Alá/Cristo em nós /
- ato de fato escrito com anjo em livro /
- mensageiro que traz a boa nova /
em forma de canto belo e silente de Alá /
"o clemente, o misericordioso" /
cujo canto santo sai na voz do profeta Maomé /
ou pelos profetas de Javé na Tanakh /
ou no Evangelho do anjo novo em Cristo /
filho de Deus em terra /
eme terra firme /

- e água!, ó peixes!!! /

II
O natal é destas festas antigas das águas /
que já existia antes do antigo Egito do faraó Ramsés I /
e foi detectada e exprimida pela primeira vez no universo dos versos bíblicos /
na história estória de Moisés que veio nas águas /
história natural do homem que é quase nada mais que água /
corpo de água - lençol freático : Grande Aquífero Guarani /
- o homem : esse Moisés d'água /
Adão do barro mais molhado de água /
do que arraigado à terra ao modo erva de ser /
O homem : Moisés-Adão /
- o ser anfíbio das águas /
o ser ambíguo no homem /
Nas águas batizado com a vida /
pelo santo profeta : voz que clamou às ervinhas no deserto /
até que elas colocaram a cabeça para fora das areias /
- cabeças sobre as areias /
e sob o céu : violinista azul em delírio de lírio /
III

Moisés e João Batista não somente simbolizam mas são as águas que clamam pela vida /
e constroem plasticamente a vida para além da transcendência de Kant ou Picasso /
- dois filósofos que expressaram com aparato técnico diferente /
as mais simples e complexas formas e estruturas pensadas pela gota de água /
que veio do oceano e desaguou no pensamento deles /
dando tanta vida de insetos e beleza e verdade à ideía única que moldou /
todo o labor mental do cérebro e do corpo deles /

Moisés é o grande anfíbio /
é o corpo anfíbio /
o corpo de todo anfíbio /
no sentido ou vetor da idéia de Platão /
João Batista é a água /
- a água que abençoa a vida com o sopro de fertilidade e perpetuação /
nos campos cultivados com flores e frutos /
na floresta virgem /
verde virgem /
e no ventre da virgem /
assim individuada /
humana e diva /
IV
Na dulcíssima história-estória do menino Jesus /
então embalado nos braços da carmelita descalça /
ouvindo a voz suave da doutora das santas : /
Santa Terezinha do Menino Jesus /
essa monja carmelita que é o melhor mel de flor de laranjeira do amor de Deus /
mãe do silêncio no claustro e no ergástulo do condenado /
que acalentou a estória de Jesus nos braços da história dela e nossa /
até criar a história de todos no natal de Cristo /
legando ao lindo e ao Hades ao estória de Jesus canônico ou apócrifo /
que Jesus Cristo tem esses dois narrados em signos /
outros inúmeros Jesus Cristo em figuras imagens pinturas esculturas /
e mais outros Jesus em teorias e teologias fundadas em estórias e histórias /
Nada foi óbice , portanto, /
para a existência dúplice de Jesus /
em Jesus apócrifo /
e Jesus Cristo canônico /
- um Jesus de Nazaré /
outro Cristo sem Nazaré /
Todavia a história real de Jesus Cristo é a nossa história e estória em Gauguim /
pois vivemos todos individual e coletivamente a história de Jesus /
contamos narramos em nós e nossos filhos e netos a história de Jesus Cristo /
arrancada à erva má e sem raiz da "estória" que não existe como palavra sequer /
sendo um "inútil apêndice" na língua portuguesa com certeza da tereza e de Tereza /
pelas quais escapo da prisão do mundo social no corpo de dervixe e eremita que sou /
e pelo corpo de social e individual de Cristo que somos quer queiramos ou não / - o natal nasce em nós /
e não nós no natal /
V

No Egito do deus Osíris também nascemos para a história natural contada e cantada /
que este deus do Egito foi um dos primeiros Jesus /
e, consequentemente, um dos primeiros eu e tu e nós todos fetos do mito /
filhos e netos e bisnetos e tataranetos da história de Osíris e Jesus Cristo /
nascidos em Jesus Cristo filho de Deus em Belém da Judéia sob estrela da noite /
( uma que seja! já vale a nebulosa vida de Andrômeda que temos! ) /
e de Belém-Belém indo ( todos nós, os Jesus!) - rei em fuga para o Egito /
onde outrora batia no solo e nas águas com vigor o cajado de Moisés /
porquanto o natal de Moisés já vinha em águas e vinho /
e pão da promissão não levedado - pão ázimo /
originário corpo de Cristo - nosso pai e corpo anterior na história natural /
pois que somos todos Cristos em corpo e mente não só na hóstia sagrada /
mas no santo dos santos /
mesmo peregrinos nômades e estrangeiros /
na terra que nos evocou pela voz da promissão divina /
onde judeus de Deus escrevemos a história natural da migração dos anfíbios e insetos / com caracteres do sobrenatural onde imprimimos profetas vivos /
com o sangue na terra em vocação ouvida pelo povo dos profetas /
que nos chamou do Egito - cativeiro na infância /
de Jesus Cristo e do povo de Deus /
que ouviu seu profeta chamando do deserto /
- pelo vento em ondas eletromagnéticas /
- vento em redemoinhos na tempestade de areia /
que cobre a cabeça do árabe e do beduíno /
- mas grita ao povo na letra da lei /
e do profeta que canta : /
" Do Egito chamei meu filho " /
- para os braços de seu avô Osíris! /
VI
- Ai! Jesus que cruz truz na luz de Belém! /
luz truz em cruz difusa confusa Aretusa e musa - que musa! na música de Bach /
e da pintura e poesia européia /
saindo pelo ladrão na arquitetura e escultura /
- porque nunca houve depois de Cristo!!! / Após a história de Jesus Cristo /
só houve depois de Cristo e antes de Cristo! : /
e a estória e a história acabou no olvido /
que medrou no natal depois de Cristo /
com martelo e bigorna /
- para o ouvido /
em circunvoluções harmônicas com o Órgão de Bach /
em contraponto de fuga /
VII
Na barca de água do anfíbio Moisés /
símbolo no ato do homem e espírito natural de fato /
cuja voz retumbante de trovão e o risco do relâmpago na regra negra da noite /
com açoite de vento no tempo da tempestade /
que ainda ulula na bula papal contra os templários /
e sopra as asas dando vida ao vôo dos insetos /
os quais vão no vão das águas remando com asas sob chuvas torrenciais /
trazendo a mariposa e a térmita e as formigas aladas à querubim /
adicionadas a uma caterva de insetos batizados que vêm com piloto anfíbio /
no risco arisco e corisco de partirem frágeis asas nas bátegas da tempestade /

- Tempestade cuja face está reflexa no céu pelo espelho dos raios que lampejam /
e no seu lampejo sua lâmpada lamparina de gênio ilumina o reflexo e o espelho /
que reconstituem o espectro de Narciso /
agora se afogando em beleza nas águas da chuva /
em corpo e alma de narcisistas formigas térmitas sapos rãs /
e besouros saindo de vaga-lumes com farol /
e sobretudo natural de coleóptero /
VIII

A água benta e santa é a energia "Moisés" guiando o piloto do inseto até meu neto! /
que a água da placenta também aumenta o mapa da vida /
é a força motriz na indústria da chuva que pinga ou espoca gotas nas telhas /
tangente à tangente matemática que faz o vento moinho em redemoinho /
com o capitão de longo curso ao timão das térmitas à borrasca /
navegando no ar em bergantín oblongo em longo curso pelos pélagos e lagos /
dos magos e vagos afagos em fatos históricos sobre o rei do Congo /
até pousar e aninhar em novo lar para a construir sem ruir tugir ou mugir /
na fase além mar do povo sem par de asas partidas na partida de ida da vida lá /
gente de coração e alma partida na partida e na chegada à hora do ângelus /
ou na regra negra na treta da noite com capuz no caput /
capeta embuçado encapuzado na lei do rei el rei de Portugal e Algarve /
noite chorosa de "sereno" orvalho que mexe os ponteiros da madrugada até aurora /
de um povo que não veio de anjo na mariposa do navio negreiro de Castro Alves /
nem de demônio porque diabo algum pode ser impresso nas asas da borboleta amarela /
que aquarela por esses campos de flor na cor bela daquela mariposa que nunca pousa /
na água que veio viajando de longe até formar com terra santa e prometida /
o corpo do menino que veio na canção tangida ao ritmo de leis mosaicas e batistas /
impressas no coração da natureza e do homem que sabe à profecia /
- o poeta com verso na vida /
que o único verso do poeta é o universo emaranhado na vida /
que sem vida nem haveria universo na forma de ser /
não existiria por dentro no verso ao anverso do universo /
o poeta que faz o ser /
algo maior que o universo /
pois o ser é infinito matemático /
e não está na cadeia do tempo e dos fenômenos /
- pois o universo cabe no ser construído na existência do homem /
porém o homem transcende o universo /
pelo anverso do verso matemático /
que fala a língua natural da inteligência de poesia /
que caracteriza o ser humano /
arquitetado e construído pelo poeta e pelo filósofo /
duas catedrais no complexo do ser do homem /
IX
O natal de Jesus à luz do meu neto em Rembrandt /
que é a estrela de Belém neste meu natal /
e a a noite feliz de cada vida iluminando o canto ou a canção ou o poema /
ou a música dos seres presentes e os entes em penduricalhos na árvore de natal /
que canta com luz e toca com o violino de Jesus a noite que eu fiz feliz porque quis /
porque compus a noite feliz pra Jesus tocar com o seu violino azul celeste /
ao ritmo do sorriso e os olhos de luz do bem-nascido menino /
que nos nasceu depois de tanta noite em piche e breu ateu /
narra sempre a mesma história inenarrável : /
Uma grande estrela iluminando a noite de céu a céu /
um presépio lindo onde um rei acabou de nascer meu neto /
tal qual antes nascera meu pai, eu e meu filho /
todos reis meninos e homens /
não importa a força de Império cruel exercida pelo Poder Executivo da Besta coativa /
com Sansão com longos cabelos e braços fortes fazendo a lei policial dos juízes / Outrossim pastores vêm saldar e reverenciar o pequenino rei /
anjos perfumando a noite com paz também vem a Belém /
( que hoje Belém é aqui neste presépio de paz de São Francisco de Assis /
meu pai seráfico e anjo guardião contra o mal da estrela do Cão Maior /
sempre rutilante no céu mental e moral dos homens de bem e do mal ) /
presentes para reis como o menino bem-nascido /
Porém, e o mais belo Kandinsky , /
é que de um lado e do outro do menino /
ladeando o menino no presépio para visitas /
o pai e a mãe do menino /
Maria e José /
olhando meu neto /
como olhou meu pai para mim /
e eu ao meu primogênito /
e agora olho o neto /
e me recordo da eterna emoção de Maria e José! /
X
No berço do meu filho a natividade do meu neto /
que chora com saudade do ventre materno /
quando acorda e se sente sozinho /
passarinho sem ninho-mãe /
com a companhia diuturna e inseparável da mãe /
quando estava abrigado no ventre /
em amplexo pleno de amor com a mulher /
longe da solidão que o nascimento enceta /
- seria o nascimento o naufrágio de Robinson Crusoé?! /
ou a terrível queda do anjo /
que cai na água da terra /
sem asas ou pára-quedas /
ao nascer e ao morrer /
levante e ocaso /
- natal de Cristo /
ou cruz de Jesus /
O corpo humano é essa queda do anjo Chagall /
- essa queda em terra e água /
queda no corpo /
que leva o homem /
do levante ao poente /
XI
O choro da criança está no canto do anjo músico de Fra Angelico /
é o primeiro cantar dos cantares do ser humano /
encetado na manjedoura ou no berço /
ou na apreensão elegíaca de leito de hospital /
à mesa de cirurgia em parto cesariano /
O canto do bebê chama a mãe /
que não tarda /
que mãe não tarda /
não anoitece ao acender ou apagão do lampião da lua e estrelas /
- mãe amanhece ao lado /
com os olhos postados à flor da barra da alva /
Às vezes o canto do pequenino bardo /
imprime um desespero frenético à voz /
conforme a necessidade premente de se comunicar /
- de comunicar ao seu público-alvo suas carências comezinhas /
ou a dor a fome a angústia repentina que o acomete /
Outrossim sim sincopada ode canta /
na alegria expressa no sorriso tranquilo /
mantra do tamanho da serenidade de Buda meditando /
( um recém-nascido semelha o Buda /
na serenidade iluminada de suas feições /
e na pureza e paz emanada de sua aura ou espectro eletromagnético /
- aura ou aureóla que também circunda o corpo da virgem e da mãe /
observado em todas as obras-primas da pintura ocidental /
embora os médicos tenham teorizado essa beleza virginal da mãe /
com o estúpido e contextualizado conceito de "estado puerperal" /
para dizer algo de horrível gosto teórico /
colocando seu travo amargo pedante e arrogante /
em lugar dos versos melodiosos da poesia da Bíblia e Corão /
que cantaram e louvaram a verdade na beleza extrema /
daquele momento de luz /
no qual o recém-nascido se constitui em um ser supremo em si /
- em si bemol maior em concertos vitais de Mozart /
- o Mozart arquivado na memória natural em gen ) /
O Neném vem e canta-que-canta na cigarra que canta em sua voz /
para comunicar-se com a comunidade onde está inserido /
agora que é um peixe fora d'água /
- peixe que saltou para fora da água da placenta /
acima do cimo da lâmina d'água do rio São Francisco de Assis / O canto do bebê chama a mãe /
aflora a vocação de mãe /
num arrulho de pomba /
- com que mais tarde evocará a amada /
XII
A criança recém-nascida tem um espectro eletromagnético puro /
comparável somente com o espectro eletromagnético da virgem /
da virgem que será mãe /
( a aura da virgem está sempre evidenciada /
na auréola sobre a cabeça das virgens nas obras de arte ocidentais /
que, entretanto, não percebeu que a aureola /
na perspectiva da conhecimento do espectro eletromagnético /
como apanágio dos vivos /
porquanto Cristo morto é apresentado aureolado por Fra Angelico /
consoante o contexto da ciência de meio-olho /
dos artistas mergulhados nas águas da teologia medieval ) / O espectro eletromagnético ou aureola da criança bem-nascida sem o pecado medieval /
tem tamanha capacidade de comunicação com os circunstantes /
com a mãe e familiares próximos em Cristo /
mormente com a mãe /
referência-mor de amor primevo e arquetípico /
O espectro eletromagnético tem a função precípua ( pua - puah! ) /
durante toda a vida humana e animal /
de informar sem palavra frase ou oração /
tudo sobre a saúde ou doença do emissor /
bem como serve de meio de comunicação à distância /
ou para o surdo-mudo ou cego no ego também /
e mesmo a um ser humano em estado comatoso /
na coma do cometa de hospital sem Cristo /
( melhor hospital com Cristo para a vida - eterna ) /
porque ainda em coma profundo o ser humano continua a se comunicar /
tanto como emissor quanto como receptor de mensagens angélicas /
graças a luz emitida pela aura /
que emite todos os cantares em versos musicais /
de poetas em prosa com arcanjos com banjos roubado a anjos /

A aureola é o ouro da vida /
é a aura ou espectro eletromagnético /
que nos circunda protegendo a alma /
- A aura é a alma /
que no morto se evapora /
XIII
Os nobres místicos denominam de aura ao espectro eletromagnético /
o que é tão-só uma questão tão pequena de terminologia no logos - logo no logos /
e que se comunica e cintila em cada idade e pessoa em forma e intensidade diferente /
inclusive comunicando doença sentimento ou morte /
- o morto não emite aura ou espectro eletromagnético /
conquanto o adjetivo "espectral" esteja estreitamente vinculado a fantasmas /
A aura é a alma na vida /
anuncia à virgem o espírito santo /
e ao místico o espírito do diabo /
os quais convivem na simbiose do nó que faz o "nós /
o que somos no abismo da tensão de bem e mal /

O cadáver é tão-só um corpo solitário /
separado da santa auréola da vida /
que aparta os são dos malsãos /
os mortos dos vivos /
XIV
O recém-nascido dorme e dorme muito /
Também em todas as outras idades dormimos /
para retornar como feto ao ventre materno /
na travessia de eterno retorno ao cordão umbilical /
agarrados ao sonho durante o sonho /
que nos acolhe lá dentro como uma nova e velha mãe /
Oh! minha mãe! - manhã no meu primeiro olhar /
- no sono estou como em seu ventre materno /
feliz e fetal /
XV
Meu neto é uma mariposa uma térmita com asas /
- uma mariposa que chegou enxuta da chuva /
que atravessou todas as gotas de chuva em longa viagem /
ao encontro com do meu futuro /
do futuro dele /
- futuro que só existe no relógio que fabrica meu novo tempo no corpo dele /
Meu neto é um anjo caído - de Salvador Dali /
um anjo caído no corpo /
( corpo é terra firme /
mas muito mais - mais matemático mais : /
corpo é água viva /
- água viva! ) /
Mas mais ainda - é essa criança que desponta no horizonte azul-Kandinsky : /
é minha vida esticada /
minha vida estendida no tempo /
minha vida à frente do que conta o tempo /
em seu avarento relógio de areia /
que retira o pó do corpo para a ampulheta /
levando-o ao anjo desidratado caído na poeira /
a morte em pó /
Meu neto é o novo anjo em pé /
outro Evangelho que vem para a vida /
com o pó do copo hidratado /
- minha vida com mais um século de garantia /
- toda a minha vida ! /
XVI
Enquanto houver a natureza de Gauguim que me sustem em pé com bactérias /
embora queira me devorar com vermes e me tirar do tempo e espaço em corpo /
- meu corpo ganha outro corpo natural na queima da fênix /
para navegar aventureiro pelo século fora /
até que ele venha a produzir com uma mulher outro corpo para nós /
que estamos na família a dinastias de vidas passadas pelos genes /
Os genes são nossas coroas de reis e faraós da vida eterna /
até o último rei ou faraó da dinastia do meu corpo /
que é já um corpo bem antigo que vem de meu pai mãe avô avó bisavó tataravô /
e vai até onde eu não sei contar senão nos anais dos fantasmas que correm /
pelos corredores do castelo assombrado que é meu corpo humano /
reconstruído novo no corpo humano do meu neto em flor de beleza /
que há de procurar e encontrar a virgem /
que nos salvará de novo /
com vergônteas na árvore de natal /
de um outro Jesus que virá de novo /
no renovo de um novo ser /
ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL
VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL - VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL
CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO

PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO - PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO
ABAIXO : ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
נבזה וחדל אישים איש מכאבות וידוע חלי וכמסתר פנים ממנו נבזה ולא חשבנהו
אכן חלינו הוא נשא ומכאבינו סבלם ואנחנו חשבנהו נגוע מכה אלהים ומענה והוא מחלל מפשענו מדכא מעונתינו מוסר שלומנו עליו ובחברתו נרפא־ לנו
כלנו כצאן תעינו איש לדרכו פנינו ויהוה הפגיע בו את עון כלנו נגש והוא נענה ולא יפתח־פיו כשה לטבח יובל וכרחל לפני גזזיה נאלמה ולא יפתח פיו מעצר וממשפט לקח ואת־דורו מי ישוחח כי נגזר מארץ חיים מפשע עמי נגע למו
ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
FUGA PARA O EGITO DE MURILLO - FUFA PARA O EGITO DE MURILLO

ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ
REFERÊNCIAS : TANACH, TANAKH, BÍBLIA, TANACH, TANAKH, BÍBLIA, NOVO E VELHO TESTAMENTO, PENTATEUCO, TORÁ, TORAH, TORAH, TORÁ, PENTAUCO, NOV EO VELHO TESTAMENTO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, PROFETA, SÃO JOÃO BATISTA, PROFETA SÃO JÃO BATISTA, JOÃO--DE-BARRO, JOÃO-DE-BARRO, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, AVÔ, AVOS, AVÓS, AVÔ, AVÓS, AVOS, WIKIPEDEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, NATIVIDADE, NATAL , JESUS, CRISTO, NATIVIDADE, NATAL, JESUS, CRISTO, MAOMÉ, BUDA, MAOMÉ, BUDA, VERGÔNTEAS, VERGÔNTEAS, CRIANÇA, BEBÊ, NENÉM, RECÉM-NASCIDO, BEBÊ, CRIANÇA, RECÉM-NASCIDO, NENÉM, MÃE, PAI, MARIA E JOSÉ, MAE, PAI, MARIA E JOSÉ, EVANGELHO, EVANGUELHO, ANJO, ARCAJO, ANJO, ARCANJO, BANJO, BANJO, FAROÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, FARAÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, DINASTIA, VIRGEM, DINASTIA, VIRGEM, FÊNIX, AURÉOLOA, AURA, FÊNIS, AURÉOLA, AURA, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, GALÁXIAS, NEBULOSA, ANDRÔMEDA, ANDRÔMEDA, GALÁXIAS, NEBULOSA, RELÓGIO DE AREIA, NEBULOSA RELÓGIO DE AREIA, AQUÍFERO GUARANI, AQUÍFERO GUARANI, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, RAMSÉS, RAMSÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, MOISÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, VIOLINISTA AZUL , VIOLINISTA VERDE, VIOLINISTA AZUL VIOLINISTA VERDE, CHAGALL, CHAGALL, VIOLINO, VIOLINO, SI BEMO, MOZART, BIOGRAFIA, SI BEMOL, MOZART, BIOGRAFIA, PASTORES, UNIVERSO, LUZ, REIS MAGOS, UNIVERSO, LUZ, PASTORES, REIS MAGOS, PRESÉPIO, OURO, MIRRA, INCENSO, PRESÉPIO, MIRRA, INCENSO, OURO, OLÍBANO, OLÍBANO, VERSO, ANVERSO, VERSO, ANVERSO, HADES, EGITO,INFERNO, HADES, INFERNO, EGITO, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DEASSIS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DE ASSIS, ORDEM DO TEMPLO, ORDEM DO TEMPLO, CÃO MAIOR, MENOR, CÃO MAIOR MENOR, OVO, PINTAINHO, PASSARINHO, OVO, PINTAINHO, PASSARINO, PINTINHO, PINTINHO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, FENÔMENO, PILOTO, CONGO, REI, FENÔNEMO, PILOTO, CONGO, REI, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, FORMIGA, FORMIGA, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, CIGARRA, CIGARRA, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, MOZART, BIOGRAFIA, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, HISTÓRIA, ESTÓRIA, ESTÓRIA, HISTÓRIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, SANTA TEREZENHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, CARMELITA, CARMELITA, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, LAGO, MAGO, LAGO, MAGO, ROBINSON CRUSOÉ, ROBINSON CRUSOÉ, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, FUGA, CONTRAPONTO, MARTELO, BIGORNA, FUGA, CONTRAPONTO, PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS,PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, SOBRETUDO, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, CHUVA, ALVA, ÁGUA, CHUVA, ALVA, ÁGUA, BATISMO, BATISMO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁTULO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁSTULO, BORBOLETA AMARELA, BORBOLETA AMARELA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, MANGEDOURA, BERGANTÍN, MANGEDOURA, BERGANTIN, VENTRE, FETO, FETAL, VENTRE, FETO, FETAL, SIMBIOSE, ABISMO, CASTELO, SIMBIOSE, ABISMO, SANSÃO, JUÍZES, SANSÃO JUÍZES, CASTELO, CASTELO, REDEMOINHO, OBLOGO, PÉLAGOS, REDEMOINHO, PÉLAGOS, OBLONGO, COMETA, ESTRELA, HOSPITAL, COMETA, COMETA, HOSPITAL, ESTRELA, LAMPEJO, LAMPARINA, NARCISISTAS, LAMPEJO, LAMPARINA,NARCISISTAS, LÂMPADA, GÊNIO, LÂMPADA, GÊNIO, GAUGUIM, PICASSO, KANDINSKY, GAUGIM, PICASSO, KANDINSKY, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, FRA ANGELICO, GIOTTO, FRA ANGELICO, GIOTTO, BIOGRAFIA, FRA ANGELICO, BIOGRAFIA, GIOTTO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA, RUBENS, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA , RUBENS BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, ENCICLOPEDIA, WIKIPEDIA, DESCICLOPEDIA, ENCICLOPEDIA, DESCICLOPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, GOOGLE, YOUTUBE.
Uma história está conexa com várias histórias estórias vitórias glórias e "passifloras" /
é um conglomerado de galáxias em signos com versos imersos em universos inversos /
uma enxameação de abelhas atarefadas ocupadas /
na busca de uma colmeia para a rainha da paz /
que também convoca a guerra no ferrão da abelha operária /
e a paz desenhada no paladar do mel mais precioso que o ouro e as gemas /
porque o mel é um dos sete espíritos da vida /
uma das três almas que a natureza prodigaliza /
enquanto houver vegetal e sol e rol de insetos rodando por flor em flor que for /
e os bichos todos atenderem à convocação de coração na vocação das águas da chuva /
pois as águas da chuva é a voz do profeta que clama pelas ervas no deserto /
e faz o levante do sol girar ao contrário no levante das cabeças das ervas da terra /
como se fora um sol oriundo dos subterrâneos /
onde silencio corre e nada no ato do peixe um aquífero de longo curso capitão /
ali abaixo das areias onde antes havia um deserto seco e árido ávido do elixir da vida /
que vem nas asas das águas da chuva com sua flexibilidade rebelde /
que água é ente insurreto e faz revolução e evoluções hidratadas /
levando a giros em espirais que rodam em redemoinhos /
ocasionados pelo vigoroso batismo anual do profeta João Batista /
- o João-de-barro suscitado às dunas de areias do deserto sequioso de água /
chamado à hora do riacho para o batismo sincrético da vida pululando da Bíblia ao Corão /
dos sinais hebraicos aramaicos gregos aos signos árabes na beleza em arabesco /
- São João Batista escreveu com os pés em signos arábicos hebraicos aramaicos /
pisou a serpente em versos no grego da Septuaginta /
e o latim da Vulgata /
e enfim a beleza do maior escrito em canto silente no Alcorão /
São João Batista foi o maior dos profetas - andarilho em signos /
Esse profeta cujo trânsito na vida ficou registrado como pés na areia /
rastos indeléveis de alguém que não passa impunemente pela areia que escreve e desenha /
atravessando regiões e religiões sob as línguas de fogo que registraram seus pés /
na longa praia da fama impressa na areia da Nebulosa Relógio de Areia suspensa no céu /
e as brancas poeiras ou o pó de cor ambígua à mixórdia do solo para ervas em violinos /
- o profeta que ofuscou constelações a caminho mas viveu simples e ao rés-do-chão /
renovando o renôvo da vida ao aspergir a água que desce em bênção de sua mão /
sobre as cabeças coroadas com flores na resposta das ervas emergindo do fundo da terra /
tal qual o ovo saindo do ouro líquido de vida do ovo de onde sai o pintainho e passarinho /
e a criança saindo da madre para a luz na história de Jesus e Maomé e Moisés /
-que viver é sempre um ato de Deus/Alá/Cristo em nós /
- ato de fato escrito com anjo em livro /
- mensageiro que traz a boa nova /
em forma de canto belo e silente de Alá /
"o clemente, o misericordioso" /
cujo canto santo sai na voz do profeta Maomé /
ou pelos profetas de Javé na Tanakh /
ou no Evangelho do anjo novo em Cristo /
filho de Deus em terra /
eme terra firme /
- e água!, ó peixes!!! /
O natal é destas festas antigas das águas /
que já existia antes do antigo Egito do faraó Ramsés I /
e foi detectada e exprimida pela primeira vez no universo dos versos bíblicos /
na história estória de Moisés que veio nas águas /
história natural do homem que é quase nada mais que água /
corpo de água - lençol freático : Grande Aquífero Guarani /
- o homem : esse Moisés d'água /
Adão do barro mais molhado de água /
do que arraigado à terra ao modo erva de ser /
O homem : Moisés-Adão /
- o ser anfíbio das águas /
o ser ambíguo no homem /
Nas águas batizado com a vida /
pelo santo profeta : voz que clamou às ervinhas no deserto /
até que elas colocaram a cabeça para fora das areias /
- cabeças sobre as areias /
e sob o céu : violinista azul em delírio de lírio /
Moisés e João Batista não somente simbolizam mas são as águas que clamam pela vida /
e constroem plasticamente a vida para além da transcendência de Kant ou Picasso /
- dois filósofos que expressaram com aparato técnico diferente /
as mais simples e complexas formas e estruturas pensadas pela gota de água /
que veio do oceano e desaguou no pensamento deles /
dando tanta vida de insetos e beleza e verdade à ideía única que moldou /
todo o labor mental do cérebro e do corpo deles /

Moisés é o grande anfíbio /
é o corpo anfíbio /
o corpo de todo anfíbio /
no sentido ou vetor da idéia de Platão /
João Batista é a água /
- a água que abençoa a vida com o sopro de fertilidade e perpetuação /
nos campos cultivados com flores e frutos /
na floresta virgem /
verde virgem /
e no ventre da virgem /
assim individuada /
humana e diva /
Na dulcíssima história-estória do menino Jesus /
então embalado nos braços da carmelita descalça /
ouvindo a voz suave da doutora das santas : /
Santa Terezinha do Menino Jesus /
essa monja carmelita que é o melhor mel de flor de laranjeira do amor de Deus /
mãe do silêncio no claustro e no ergástulo do condenado /
que acalentou a estória de Jesus nos braços da história dela e nossa /
até criar a história de todos no natal de Cristo /
legando ao lindo e ao Hades ao estória de Jesus canônico ou apócrifo /
que Jesus Cristo tem esses dois narrados em signos /
outros inúmeros Jesus Cristo em figuras imagens pinturas esculturas /
e mais outros Jesus em teorias e teologias fundadas em estórias e histórias /
Nada foi óbice , portanto, /
para a existência dúplice de Jesus /
em Jesus apócrifo /
e Jesus Cristo canônico /
- um Jesus de Nazaré /
outro Cristo sem Nazaré /
Todavia a história real de Jesus Cristo é a nossa história e estória em Gauguim /
pois vivemos todos individual e coletivamente a história de Jesus /
contamos narramos em nós e nossos filhos e netos a história de Jesus Cristo /
arrancada à erva má e sem raiz da "estória" que não existe como palavra sequer /
sendo um "inútil apêndice" na língua portuguesa com certeza da tereza e de Tereza /
pelas quais escapo da prisão do mundo social no corpo de dervixe e eremita que sou /
e pelo corpo de social e individual de Cristo que somos quer queiramos ou não / - o natal nasce em nós /
e não nós no natal /
No Egito do deus Osíris também nascemos para a história natural contada e cantada /
que este deus do Egito foi um dos primeiros Jesus /
e, consequentemente, um dos primeiros eu e tu e nós todos fetos do mito /
filhos e netos e bisnetos e tataranetos da história de Osíris e Jesus Cristo /
nascidos em Jesus Cristo filho de Deus em Belém da Judéia sob estrela da noite /
( uma que seja! já vale a nebulosa vida de Andrômeda que temos! ) /
e de Belém-Belém indo ( todos nós, os Jesus!) - rei em fuga para o Egito /
onde outrora batia no solo e nas águas com vigor o cajado de Moisés /
porquanto o natal de Moisés já vinha em águas e vinho /
e pão da promissão não levedado - pão ázimo /
originário corpo de Cristo - nosso pai e corpo anterior na história natural /
pois que somos todos Cristos em corpo e mente não só na hóstia sagrada /
mas no santo dos santos /
mesmo peregrinos nômades e estrangeiros /
na terra que nos evocou pela voz da promissão divina /
onde judeus de Deus escrevemos a história natural da migração dos anfíbios e insetos / com caracteres do sobrenatural onde imprimimos profetas vivos /
com o sangue na terra em vocação ouvida pelo povo dos profetas /
que nos chamou do Egito - cativeiro na infância /
de Jesus Cristo e do povo de Deus /
que ouviu seu profeta chamando do deserto /
- pelo vento em ondas eletromagnéticas /
- vento em redemoinhos na tempestade de areia /
que cobre a cabeça do árabe e do beduíno /
- mas grita ao povo na letra da lei /
e do profeta que canta : /
" Do Egito chamei meu filho " /
- para os braços de seu avô Osíris! /
- Ai! Jesus que cruz truz na luz de Belém! /
luz truz em cruz difusa confusa Aretusa e musa - que musa! na música de Bach /
e da pintura e poesia européia /
saindo pelo ladrão na arquitetura e escultura /
- porque nunca houve depois de Cristo!!! /
só houve depois de Cristo e antes de Cristo! : /
e a estória e a história acabou no olvido /
que medrou no natal depois de Cristo /
com martelo e bigorna /
- para o ouvido /
em circunvoluções harmônicas com o Órgão de Bach /
em contraponto de fuga /
Na barca de água do anfíbio Moisés /
símbolo no ato do homem e espírito natural de fato /
cuja voz retumbante de trovão e o risco do relâmpago na regra negra da noite /
com açoite de vento no tempo da tempestade /
que ainda ulula na bula papal contra os templários /
e sopra as asas dando vida ao vôo dos insetos /
os quais vão no vão das águas remando com asas sob chuvas torrenciais /
trazendo a mariposa e a térmita e as formigas aladas à querubim /
adicionadas a uma caterva de insetos batizados que vêm com piloto anfíbio /
no risco arisco e corisco de partirem frágeis asas nas bátegas da tempestade /

- Tempestade cuja face está reflexa no céu pelo espelho dos raios que lampejam /
e no seu lampejo sua lâmpada lamparina de gênio ilumina o reflexo e o espelho /
que reconstituem o espectro de Narciso /
agora se afogando em beleza nas águas da chuva /
em corpo e alma de narcisistas formigas térmitas sapos rãs /
e besouros saindo de vaga-lumes com farol /
e sobretudo natural de coleóptero /
A água benta e santa é a energia "Moisés" guiando o piloto do inseto até meu neto! /
que a água da placenta também aumenta o mapa da vida /
é a força motriz na indústria da chuva que pinga ou espoca gotas nas telhas /
tangente à tangente matemática que faz o vento moinho em redemoinho /
com o capitão de longo curso ao timão das térmitas à borrasca /
navegando no ar em bergantín oblongo em longo curso pelos pélagos e lagos /
dos magos e vagos afagos em fatos históricos sobre o rei do Congo /
até pousar e aninhar em novo lar para a construir sem ruir tugir ou mugir /
na fase além mar do povo sem par de asas partidas na partida de ida da vida lá /
gente de coração e alma partida na partida e na chegada à hora do ângelus /
ou na regra negra na treta da noite com capuz no caput /
capeta embuçado encapuzado na lei do rei el rei de Portugal e Algarve /
noite chorosa de "sereno" orvalho que mexe os ponteiros da madrugada até aurora /
de um povo que não veio de anjo na mariposa do navio negreiro de Castro Alves /
nem de demônio porque diabo algum pode ser impresso nas asas da borboleta amarela /
que aquarela por esses campos de flor na cor bela daquela mariposa que nunca pousa /
na água que veio viajando de longe até formar com terra santa e prometida /
o corpo do menino que veio na canção tangida ao ritmo de leis mosaicas e batistas /
impressas no coração da natureza e do homem que sabe à profecia /
- o poeta com verso na vida /
que o único verso do poeta é o universo emaranhado na vida /
que sem vida nem haveria universo na forma de ser /
não existiria por dentro no verso ao anverso do universo /
o poeta que faz o ser /
algo maior que o universo /
pois o ser é infinito matemático /
e não está na cadeia do tempo e dos fenômenos /
- pois o universo cabe no ser construído na existência do homem /
porém o homem transcende o universo /
pelo anverso do verso matemático /
que fala a língua natural da inteligência de poesia /
que caracteriza o ser humano /
arquitetado e construído pelo poeta e pelo filósofo /
duas catedrais no complexo do ser do homem /
O natal de Jesus à luz do meu neto em Rembrandt /
que é a estrela de Belém neste meu natal /
e a a noite feliz de cada vida iluminando o canto ou a canção ou o poema /
ou a música dos seres presentes e os entes em penduricalhos na árvore de natal /
que canta com luz e toca com o violino de Jesus a noite que eu fiz feliz porque quis /
porque compus a noite feliz pra Jesus tocar com o seu violino azul celeste /
ao ritmo do sorriso e os olhos de luz do bem-nascido menino /
que nos nasceu depois de tanta noite em piche e breu ateu /
O natal de menino Jesus em Giotto para meu neto /
narra sempre a mesma história inenarrável : /
Uma grande estrela iluminando a noite de céu a céu /
um presépio lindo onde um rei acabou de nascer meu neto /
tal qual antes nascera meu pai, eu e meu filho /
todos reis meninos e homens /
não importa a força de Império cruel exercida pelo Poder Executivo da Besta coativa /
com Sansão com longos cabelos e braços fortes fazendo a lei policial dos juízes / Outrossim pastores vêm saldar e reverenciar o pequenino rei /
anjos perfumando a noite com paz também vem a Belém /
( que hoje Belém é aqui neste presépio de paz de São Francisco de Assis /
meu pai seráfico e anjo guardião contra o mal da estrela do Cão Maior /
sempre rutilante no céu mental e moral dos homens de bem e do mal ) /
Por fim três reis magos vêm presentear o menino com ouro, olíbano e mirra /
presentes para reis como o menino bem-nascido /
Porém, e o mais belo Kandinsky , /
é que de um lado e do outro do menino /
ladeando o menino no presépio para visitas /
o pai e a mãe do menino /
Maria e José /
olhando meu neto /
como olhou meu pai para mim /
e eu ao meu primogênito /
e agora olho o neto /
e me recordo da eterna emoção de Maria e José! /
No berço do meu filho a natividade do meu neto /
que chora com saudade do ventre materno /
quando acorda e se sente sozinho /
passarinho sem ninho-mãe /
com a companhia diuturna e inseparável da mãe /
quando estava abrigado no ventre /
em amplexo pleno de amor com a mulher /
longe da solidão que o nascimento enceta /
- seria o nascimento o naufrágio de Robinson Crusoé?! /
ou a terrível queda do anjo /
que cai na água da terra /
sem asas ou pára-quedas /
ao nascer e ao morrer /
levante e ocaso /
- natal de Cristo /
ou cruz de Jesus /
O corpo humano é essa queda do anjo Chagall /
- essa queda em terra e água /
queda no corpo /
que leva o homem /
do levante ao poente /
O choro da criança está no canto do anjo músico de Fra Angelico /
é o primeiro cantar dos cantares do ser humano /
encetado na manjedoura ou no berço /
ou na apreensão elegíaca de leito de hospital /
à mesa de cirurgia em parto cesariano /
O canto do bebê chama a mãe /
que não tarda /
que mãe não tarda /
não anoitece ao acender ou apagão do lampião da lua e estrelas /
- mãe amanhece ao lado /
com os olhos postados à flor da barra da alva /
Às vezes o canto do pequenino bardo /
imprime um desespero frenético à voz /
conforme a necessidade premente de se comunicar /
- de comunicar ao seu público-alvo suas carências comezinhas /
ou a dor a fome a angústia repentina que o acomete /
Outrossim sim sincopada ode canta /
na alegria expressa no sorriso tranquilo /
mantra do tamanho da serenidade de Buda meditando /
( um recém-nascido semelha o Buda /
na serenidade iluminada de suas feições /
e na pureza e paz emanada de sua aura ou espectro eletromagnético /
- aura ou aureóla que também circunda o corpo da virgem e da mãe /
observado em todas as obras-primas da pintura ocidental /
embora os médicos tenham teorizado essa beleza virginal da mãe /
com o estúpido e contextualizado conceito de "estado puerperal" /
para dizer algo de horrível gosto teórico /
colocando seu travo amargo pedante e arrogante /
em lugar dos versos melodiosos da poesia da Bíblia e Corão /
que cantaram e louvaram a verdade na beleza extrema /
daquele momento de luz /
no qual o recém-nascido se constitui em um ser supremo em si /
- em si bemol maior em concertos vitais de Mozart /
- o Mozart arquivado na memória natural em gen ) /
O Neném vem e canta-que-canta na cigarra que canta em sua voz /
para comunicar-se com a comunidade onde está inserido /
agora que é um peixe fora d'água /
- peixe que saltou para fora da água da placenta /
acima do cimo da lâmina d'água do rio São Francisco de Assis / O canto do bebê chama a mãe /
aflora a vocação de mãe /
num arrulho de pomba /
- com que mais tarde evocará a amada /
A criança recém-nascida tem um espectro eletromagnético puro /
comparável somente com o espectro eletromagnético da virgem /
da virgem que será mãe /
( a aura da virgem está sempre evidenciada /
na auréola sobre a cabeça das virgens nas obras de arte ocidentais /
que, entretanto, não percebeu que a aureola /
na perspectiva da conhecimento do espectro eletromagnético /
como apanágio dos vivos /
porquanto Cristo morto é apresentado aureolado por Fra Angelico /
consoante o contexto da ciência de meio-olho /
dos artistas mergulhados nas águas da teologia medieval ) / O espectro eletromagnético ou aureola da criança bem-nascida sem o pecado medieval /
tem tamanha capacidade de comunicação com os circunstantes /
com a mãe e familiares próximos em Cristo /
mormente com a mãe /
referência-mor de amor primevo e arquetípico /
O espectro eletromagnético tem a função precípua ( pua - puah! ) /
durante toda a vida humana e animal /
de informar sem palavra frase ou oração /
tudo sobre a saúde ou doença do emissor /
bem como serve de meio de comunicação à distância /
ou para o surdo-mudo ou cego no ego também /
e mesmo a um ser humano em estado comatoso /
na coma do cometa de hospital sem Cristo /
( melhor hospital com Cristo para a vida - eterna ) /
porque ainda em coma profundo o ser humano continua a se comunicar /
tanto como emissor quanto como receptor de mensagens angélicas /
graças a luz emitida pela aura /
que emite todos os cantares em versos musicais /
de poetas em prosa com arcanjos com banjos roubado a anjos /
A aureola é o ouro da vida /
é a aura ou espectro eletromagnético /
que nos circunda protegendo a alma /
- A aura é a alma /
que no morto se evapora /
Os nobres místicos denominam de aura ao espectro eletromagnético /
o que é tão-só uma questão tão pequena de terminologia no logos - logo no logos /
e que se comunica e cintila em cada idade e pessoa em forma e intensidade diferente /
inclusive comunicando doença sentimento ou morte /
- o morto não emite aura ou espectro eletromagnético /
conquanto o adjetivo "espectral" esteja estreitamente vinculado a fantasmas /
A aura é a alma na vida /
anuncia à virgem o espírito santo /
e ao místico o espírito do diabo /
os quais convivem na simbiose do nó que faz o "nós /
o que somos no abismo da tensão de bem e mal /
O cadáver é tão-só um corpo solitário /
separado da santa auréola da vida /
que aparta os são dos malsãos /
os mortos dos vivos /
O recém-nascido dorme e dorme muito /
Também em todas as outras idades dormimos /
para retornar como feto ao ventre materno /
na travessia de eterno retorno ao cordão umbilical /
agarrados ao sonho durante o sonho /
que nos acolhe lá dentro como uma nova e velha mãe /
Oh! minha mãe! - manhã no meu primeiro olhar /
- no sono estou como em seu ventre materno /
feliz e fetal /
Meu neto é uma mariposa uma térmita com asas /
- uma mariposa que chegou enxuta da chuva /
que atravessou todas as gotas de chuva em longa viagem /
ao encontro com do meu futuro /
do futuro dele /
- futuro que só existe no relógio que fabrica meu novo tempo no corpo dele /
Meu neto é um anjo caído - de Salvador Dali /
um anjo caído no corpo /
( corpo é terra firme /
mas muito mais - mais matemático mais : /
corpo é água viva /
- água viva! ) /
Mas mais ainda - é essa criança que desponta no horizonte azul-Kandinsky : /
é minha vida esticada /
minha vida estendida no tempo /
minha vida à frente do que conta o tempo /
em seu avarento relógio de areia /
que retira o pó do corpo para a ampulheta /
levando-o ao anjo desidratado caído na poeira /
a morte em pó /
Meu neto é o novo anjo em pé /
outro Evangelho que vem para a vida /
com o pó do copo hidratado /
- minha vida com mais um século de garantia /
- toda a minha vida ! /
XVI
Enquanto houver a natureza de Gauguim que me sustem em pé com bactérias /
embora queira me devorar com vermes e me tirar do tempo e espaço em corpo /
- meu corpo ganha outro corpo natural na queima da fênix /
para navegar aventureiro pelo século fora /
até que ele venha a produzir com uma mulher outro corpo para nós /
que estamos na família a dinastias de vidas passadas pelos genes /
Os genes são nossas coroas de reis e faraós da vida eterna /
até o último rei ou faraó da dinastia do meu corpo /
que é já um corpo bem antigo que vem de meu pai mãe avô avó bisavó tataravô /
e vai até onde eu não sei contar senão nos anais dos fantasmas que correm /
pelos corredores do castelo assombrado que é meu corpo humano /
reconstruído novo no corpo humano do meu neto em flor de beleza /
que há de procurar e encontrar a virgem /
que nos salvará de novo /
com vergônteas na árvore de natal /
de um outro Jesus que virá de novo /
no renovo de um novo ser /
ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL - ÊXODO DE CHAGALL
VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL - VIRGEM E NATAL DE MARC CHAGALL
CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO DE PICASSO - CRUCIFICAÇÃO
PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO - PRIMEIRA SURA DO ALCORÃO
ABAIXO : ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
נבזה וחדל אישים איש מכאבות וידוע חלי וכמסתר פנים ממנו נבזה ולא חשבנהו
אכן חלינו הוא נשא ומכאבינו סבלם ואנחנו חשבנהו נגוע מכה אלהים ומענה והוא מחלל מפשענו מדכא מעונתינו מוסר שלומנו עליו ובחברתו נרפא־ לנו
כלנו כצאן תעינו איש לדרכו פנינו ויהוה הפגיע בו את עון כלנו נגש והוא נענה ולא יפתח־פיו כשה לטבח יובל וכרחל לפני גזזיה נאלמה ולא יפתח פיו מעצר וממשפט לקח ואת־דורו מי ישוחח כי נגזר מארץ חיים מפשע עמי נגע למו
ESCRITO SAGRADO DO TANAKH - ESCRITO SAGRADO DO TANAKH
FUGA PARA O EGITO DE MURILLO - FUFA PARA O EGITO DE MURILLO
ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ - ASCENÇÃO DE MAOMÉ
REFERÊNCIAS : TANACH, TANAKH, BÍBLIA, TANACH, TANAKH, BÍBLIA, NOVO E VELHO TESTAMENTO, PENTATEUCO, TORÁ, TORAH, TORAH, TORÁ, PENTAUCO, NOV EO VELHO TESTAMENTO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, CORÃO, SURA, ALCORÃO, PROFETA, SÃO JOÃO BATISTA, PROFETA SÃO JÃO BATISTA, JOÃO--DE-BARRO, JOÃO-DE-BARRO, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, GENES, NETO, TATARAVÓ, TATARAVÔ, AVÔ, AVOS, AVÓS, AVÔ, AVÓS, AVOS, WIKIPEDEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, WIKIPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA, DESCICLOPÉDIA, NATIVIDADE, NATAL , JESUS, CRISTO, NATIVIDADE, NATAL, JESUS, CRISTO, MAOMÉ, BUDA, MAOMÉ, BUDA, VERGÔNTEAS, VERGÔNTEAS, CRIANÇA, BEBÊ, NENÉM, RECÉM-NASCIDO, BEBÊ, CRIANÇA, RECÉM-NASCIDO, NENÉM, MÃE, PAI, MARIA E JOSÉ, MAE, PAI, MARIA E JOSÉ, EVANGELHO, EVANGUELHO, ANJO, ARCAJO, ANJO, ARCANJO, BANJO, BANJO, FAROÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, FARAÓ, ESPÍRITO SANTO, DIABO, DEMÔNIO, DINASTIA, VIRGEM, DINASTIA, VIRGEM, FÊNIX, AURÉOLOA, AURA, FÊNIS, AURÉOLA, AURA, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, ESPECTRO ELETROMAGNÉTICO, GALÁXIAS, NEBULOSA, ANDRÔMEDA, ANDRÔMEDA, GALÁXIAS, NEBULOSA, RELÓGIO DE AREIA, NEBULOSA RELÓGIO DE AREIA, AQUÍFERO GUARANI, AQUÍFERO GUARANI, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, SINCRÉTICO, SINCRETISMO, RAMSÉS, RAMSÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, MOISÉS, BELÉM, JOÃO BATISTA, VIOLINISTA AZUL , VIOLINISTA VERDE, VIOLINISTA AZUL VIOLINISTA VERDE, CHAGALL, CHAGALL, VIOLINO, VIOLINO, SI BEMO, MOZART, BIOGRAFIA, SI BEMOL, MOZART, BIOGRAFIA, PASTORES, UNIVERSO, LUZ, REIS MAGOS, UNIVERSO, LUZ, PASTORES, REIS MAGOS, PRESÉPIO, OURO, MIRRA, INCENSO, PRESÉPIO, MIRRA, INCENSO, OURO, OLÍBANO, OLÍBANO, VERSO, ANVERSO, VERSO, ANVERSO, HADES, EGITO,INFERNO, HADES, INFERNO, EGITO, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, ADÃO, OSÍRIS, DEUS, BACH, BIOGRAFIA, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, GREGOS, ÁRABES, ARABESCOS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DEASSIS, TEMPLÁRIOS, MOISÉS, SÃO FRANCISCO DE ASSIS, ORDEM DO TEMPLO, ORDEM DO TEMPLO, CÃO MAIOR, MENOR, CÃO MAIOR MENOR, OVO, PINTAINHO, PASSARINHO, OVO, PINTAINHO, PASSARINO, PINTINHO, PINTINHO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, LENÇOL FREÁTICO, CANÔNICO, APÓCRIFO, FENÔMENO, PILOTO, CONGO, REI, FENÔNEMO, PILOTO, CONGO, REI, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, FORMIGA, FORMIGA, INSETO, MARIPOSA, TÉRMITA, CIGARRA, CIGARRA, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, KANT, PICASSO, NARCISO, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, CASTRO ALVES, BIOGRAFIA, POETA, POESIA, POEMAS, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, PICASSO, BIOGRAFIA, KANT, MOZART, BIOGRAFIA, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, MOZART, BIOGRAFIA, CONCERTO, PIANO, VIOLINO, HISTÓRIA, ESTÓRIA, ESTÓRIA, HISTÓRIA, SANTA TEREZINHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, SANTA TEREZENHA DO MENINO JESUS, BIOGRAFIA, CARMELITA, CARMELITA, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, PORTUGAL, ALGARVE, REINO, LAGO, MAGO, LAGO, MAGO, ROBINSON CRUSOÉ, ROBINSON CRUSOÉ, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, MARTELO, BIGORNA, OUVIDO, OLVIDO, FUGA, CONTRAPONTO, MARTELO, BIGORNA, FUGA, CONTRAPONTO, PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS,PUERPERAL, OBRAS-PRIMAS, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, ÁRIDO, ÁVIDO, ELIXIR, SEQUIOSO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, CAPUT, NAVIO NEGREIRO, SOBRETUDO, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, COLEÓPTERO, VAGA-LUME, CHUVA, ALVA, ÁGUA, CHUVA, ALVA, ÁGUA, BATISMO, BATISMO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁTULO, HISTÓRIA NATURAL, CÉREBRO, ERGÁSTULO, BORBOLETA AMARELA, BORBOLETA AMARELA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, CEREBELO, BULBO, ESTUPIDEZ, COROA, MANGEDOURA, BERGANTÍN, MANGEDOURA, BERGANTIN, VENTRE, FETO, FETAL, VENTRE, FETO, FETAL, SIMBIOSE, ABISMO, CASTELO, SIMBIOSE, ABISMO, SANSÃO, JUÍZES, SANSÃO JUÍZES, CASTELO, CASTELO, REDEMOINHO, OBLOGO, PÉLAGOS, REDEMOINHO, PÉLAGOS, OBLONGO, COMETA, ESTRELA, HOSPITAL, COMETA, COMETA, HOSPITAL, ESTRELA, LAMPEJO, LAMPARINA, NARCISISTAS, LAMPEJO, LAMPARINA,NARCISISTAS, LÂMPADA, GÊNIO, LÂMPADA, GÊNIO, GAUGUIM, PICASSO, KANDINSKY, GAUGIM, PICASSO, KANDINSKY, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, SALVADOR DALI, GAUGUIM, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, KANDINSKY, BIOGRAFIA, PINTOR, FRA ANGELICO, GIOTTO, FRA ANGELICO, GIOTTO, BIOGRAFIA, FRA ANGELICO, BIOGRAFIA, GIOTTO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, MICHELANGELO, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA, RUBENS, BIOGRAFIA, RAFAEL SANZIO, BIOGRAFIA , RUBENS BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, REMBRANDT, BIOGRAFIA, WIKIPEDIA, ENCICLOPEDIA, WIKIPEDIA, DESCICLOPEDIA, ENCICLOPEDIA, DESCICLOPEDIA, GOOGLE, YOUTUBE, GOOGLE, YOUTUBE.
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