O violinista azul da vodka Smirnoff
toca seu instrumento sobre a aldeia silente
A noite está congelada sobre a aldeia
e o violino chora num lamento por vodka
Até a lua foge da aldeia a pé
O violinista celeste está pairando bêbado
sobre o pobre casario da aldeia gelada
a aldeia abandonada pela imaginação
dos poetas-arquitetos que a projetaram
numa noite quente com vodkda nos corpos
quando os anjos ali entravam e saíam
por meio de seu violino
escada de arcajos e sefarins
O violinista azul flutua nas núvens
nefelibata sustentado pelo calor da vodka
que lhe traz a amada há tanto perdida
na marcha nupcial em melodia de vodka
que esquenta o anjo de seu coração
numa ressureição de primavera
que sopra uma noiva de Chagall
nas virações da noite bêbada
em ruas de pernas tortas
passos trôpegos numa multidão de Shakespeare
saindo dos bares
As estrelas enxameiam o céu
tal qual abelhas tortas na noite
e o violinista toca o coração da vodka
como um coração de amada
O violinista celeste
baila sobre o vento
junto às estrelas
e ao anjo azul que floresce
em cada acorde do violino
O violinista azul abre a garrafa de vodka
toma um trago
e dança com seu violino
que se transformou na indústria de silêncio da vodka
em sua amada celeste :
um violino tocando tudo com azul
tudo com céu
favos de céu
depois que a deusa do violinista celeste
desceu em indústria
e dançou com os homens da aldeia
todos eles vates como Shakespeare
ébrios como o bardo inglês
depois que a vodkda lhes tocou o coração
domingo, 4 de janeiro de 2009
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